sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

10º Capítulo

Apesar de todos os contratempos, eles conseguem ter uma boa apresentação. Apesar de não saberem se era suficiente para serem seleccionados, sabiam que tinham dado o seu melhor. As apresentações duraram toda a manhã. O júri ia deliberar e por volta das 16 horas ia afixar os resultados. Os quatro amigos foram almoçar com um grande aperto no estômago.
Como estava bom tempo, levaram o almoço para as mesas da esplanada. Com eles sentados estavam colegas e amigos, que estavam a torcer para que eles conseguissem um lugar no evento. Para eles era preferível nenhum dos quatro ser seleccionado do que irem só alguns. Will tinha esse particular receio.
L: Não sejas idiota! De certeza que o júri funciona assim. Ou vão todos ou não vão nenhum. Eles iam ter um trabalhão em só escolher algumas pessoas de cada grupo.
R: Concordo. Will, tu és tão corajoso numas coisas e tão medroso noutras…
W (corando): Eu não sou medroso. Sou apenas… realista.
I: Vá, não pensem mais nisso agora. Por acaso vocês sabem que tarefas é que eles nos vão por a fazer se por acaso formos seleccionados? Nesta altura eles já têm tudo feito. O festival vai começar em menos de um mês.
R: Por acaso já tinha pensado nisso. Eles devem de nos por apenas a fazer coisas para o próprio dia do festival.
I: Sim, mas o festival vai ocorrer em várias cidades do estado. Vamos ficar só nesta cidade ou vamos seguir para outras?
L: Boa pergunta… O melhor é espera para ver…
Nesse momento Brian aproxima-se da mesa e pára, com intenções de falar. Toda a gente olha furiosamente para ele, mas Brian mantém-se firme e fala:
Br: Isa…
R: Desaparece! A Isa não quer falar contigo!
Brian hesita.
W: Ouviste a Rita. Sai daqui.
Br: Por favor! É importante!
W: Brian…
I: Deixa-o falar. Pode ser que assim ele se vá embora de vez.
Br: Podes crer que vou depois do que te vou dizer. (Respira fundo) Ontem bebi demais e comportei-me daquela maneira lamentável. Quero pedir-te desculpa e prometer-te que nunca mais vai acontecer.
I: Por favor Brian, não faças promessas que sabes que não podes cumprir. Já não é a primeira vez que esta situação acontece. E muito menos a segunda.
Br (incomodado): Tens razão. Desculpa outra vez. Eu vou tentar ser mais cuidadoso. Não quero que cenas daquelas se voltem a repetir. Já sofreste demais com esta história. Vou deixar-te em paz.
Brian olha uma última vez para Isa e, quando está prestes a ir embora, alguém grita de dentro do edifício em frente que os resultados já saíram. Brian olha para trás enquanto todos os que estavam na mesa se levantam a correr e passam por ele, atirando-o ao chão e entornado alguns restos de comida por cima dele. Brian vê-se sozinho no jardim a levantar-se e a tirar, o consegue, de cima dele.
Dentro do edifício a confusão é geral. Todos querem saber quem são os 20 sortudos que vão trabalhar no evento mais esperado do ano.
L: Os nomes estão por ordem alfabética. Eu vejo já se estamos todos.
Liz colocou-se mesmo em frente à lista e começou a dizer os nomes conhecidos que encontrava:
L: Isa… estás aqui! Eu também! A Rita está aqui e o Will… (Vai descendo o olhar sobre a lista até chegar ao último nome) estás aqui! Fomos todos escolhidos!
Liz foi a saltar para ao pé dos amigos. Fizeram todos uma grande festa. A coordenadora deles parou ao pé dos alunos feliz por ver os seus alunos animados.
Co: Parabéns! Fico feliz por terem entrado todos.
I: Nós também! Ainda nem acreditamos que conseguimos!
Co: O vosso trabalho estava muito bom. Vocês mereceram. Já agora, vou entregar-vos já uma pasta com tudo o que têm de fazer.
Aproximou-se de uma mesa e eles seguiram-na. Estavam lá em cima umas pastas e a coordenadora começou a distribuí-las a quem lhes pertencia (cada uma tinha o nome deles em cima).
Co: Rita, Will, Liz e Isa. Pronto. Ficam já a saber que vocês e os vossos colegas ficaram no departamento de rock. Ou vão fazer o acompanhamento da banda ou vão tratar da gestão do público. 4ª Feira de amanhã vão ter uma reunião com os organizadores do evento. Não se atrasem e aproveitem bem esta oportunidade!
Isa e Will agradeceram à coordenadora que estava já a entregar pastas a outros alunos. A Rita e a Liz explodiram de felicidade.
R e L: Ficámos as duas a acompanhar os Linkin Park!
As duas estavam completamente loucas aos saltos. As pessoas que estava à voltam estavam paradas a olhar para elas. Will abriu a sua pasta e disse:
W: “Gestão de Palco”. Que máximo! E tu Isa com que é que ficaste?
A Isa abriu a sua pasta e leu:
I: “Acompanhante dos Julien-K”. Espectáculo! Oh não…
W: O que foi? Que mudança de humor foi essa?
I: Lê o que está aqui. (entrega a pasta) Eu não acredito nisto…
W (Lê): “Acompanhante dos Julien-K juntamente com…” Não acredito! Ele também vai!?!
Liz e Rita param de saltar e juntamente com Will e Isa olham para a porta e vêem acabadinho de entrar o Brain cheio de nódoas…

9º Capítulo

Algures no meio da confusão, alguém grita: “Luau nas traseiras da Wish daqui a 15 minutos!”. Os estudantes correm de um lado para o outro e fecham-se nas suas residências. O director aparece novamente, mas agora sozinho, para por fim àquela confusão mas quando chega não vê ninguém, por isso sai a murmurar qualquer coisa como “o futuro da nossa nação”…

Rita e Isa estão no quarto já vestidas para o Luau (Festa Havaiana). Estão a acabar de se arranjar em frente ao espelho. Isa está a fazer umas tranças a Rita, que coloca uns acessórios a Isa.
R: Mas quem se terá lembrado de fazer um Luau a esta hora?
I: Isto já devia de estar combinado. A luta de balões de água deve de ter sido só um pretexto para nos tirarem de fora da residência. Já acabei. Deixa-me só por as flores.
A Liz apareceu à porta e perguntou:
L: Já estão prontas?
I: Sim vamos já.
Saíram as duas do quarto e juntaram-se à Liz e ao Will. Elas estavam com umas saias de praia e com uns colares de conchas. O Will tinha apenas o fato de banho e uma coroa na cabeça.
Chegaram à entrada da festa e o rapaz que estava na entrada deu um colar de flores a cada um. Havia tochas por todo o lado mais ainda estavam apagadas porque o sol ainda não se tinha posto. Apanharam uma bebida no bar e sentaram-se num banco ao pé da piscina.
Pouco tempo depois um rapaz chamado Cody convidou Isa para dançar na piscina. Ela aceitou, por isso tirou a saia e atirou-se com ele para a água. Cody era de descendência Havaiana e por isso, depois de terem estado os dois na piscina, foi ensina-la a dançar as danças tradicionais do Havai e da Polinésia.
Quem não estava a gostar nada daquilo era Brian, que já tinha recuperado do incidente de 6ª feira e estava na festa. Segundo Rita, Brian “não via nada a frente senão Isa”.
O sol estava-se a por. As tochas já estavam acesas e Rita estava farta da festa. Para ela, a festa já tinha perdido toda a animação inicial. Levantou-se, atirou o D.J. para o lado e pôs Linkin Park a dar. Toda a gente saltou para a pista e começou a curtir o som. As conversas começaram todas sobre a apresentação do trabalho de amanhã. Quem conseguisse ir trabalhar para o festival poderia conhecer os membros da banda. Isa estava precisamente a falar sobre o festival a Cody quando Brian chega ao pé dela, agarra-a pelo o braço e tira-a da pista de dança.
I: Mas o que é que estás a fazer?
Br: Não consigo mais ver-te assim. O Cody estava a aproveitar-se de ti.
I: Mas tu estás parvo? Nós estávamos só a falar! E tu não tens nada a ver com a minha vida, por isso deixa-me em paz de uma vez por todas!
Isa corre em direcção ao quarto e Rita vai atrás dela. Will chega-se ao pé dele e dá-lhe um murro. Brian cai no chão enquanto Will, Liz e a maior parte das pessoas sai da festa.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

8º Capítulo

Tudo estava a correr bem.
Na 6ª feira à noite conseguiram editar o vídeo, por isso, no fim-de-semana só foi preciso dar uns últimos retoques. A Isa fez o almoço de sábado e a tarte de ananás. O Will fez o sumo de manga e umas entradas de queijo gratinado. Nessa tarde passaram o trabalho para DVD (duas cópias para nada correr mal) e foram jantar todos juntos ao centro da cidade. Encontraram mais uns amigos que também tinham tido a mesma ideia e foram jantar ao restaurante mexicano preferido dos alunos da faculdade. Entraram lá e juntaram-se a outros colegas que já estavam sentados e ficaram lá um bom bocado, e comer e a beber.
Depois foram até ao bar onde estava a dar a melhor festa da noite. Entraram e dançaram. Ficaram por lá até às 6 da manhã, e só saíram porque a festa acabou. Pouco se lembram do que aconteceu depois, só se lembram de andar a rebolar na relva da faculdade e de fugir para ao quarto porque andavam uns indivíduos despidos a tomar banho nos regadores automáticos do jardim.
Quando Isa acordou, viu que estava deitada no sofá da sala de estar da sua residência. Não se lembrava como tinha ido lá parar e muito menos Rita que dormia no chão ao seu lado. Os sofás e o chão da sala estavam ocupados por outros estudantes.
R: Que barulho é este?
Isa sentou-se no sofá e quando olhou para trás viu o pessoal da outra residência lá fora a atirar balões de água uns aos outros. Alguns balões iam bater contra as janelas da sala. Via-se que os tinham acordado de propósito, embora continuassem a divertir-se.
R: Eles já estão a pisar o risco! – Rita estava agora sentada ao lado de Isa – A invadir o nosso espaço e a incomodar-nos dentro da nossa própria residência… Estão a ir longe de mais!
I: Vamos tratar-lhes da saúde e ensinar-lhes que não devem incomodar-nos assim?
Todos os que estavam presentes na sala saíram a correr uns pela porta e outros pelas janelas. Os outros, mal os viram, começaram a atirar os balões contra eles. Os outros, em contra-ataque agarraram em alguns balões e responderam na mesma moeda. Quem não conseguiu agarrar em balões atirou-se aos outros como se estivessem a jogar rugby. Apesar de parecerem que estavam à luta, estavam todos a divertirem-se sem violência. Nesse instante, o reitor da faculdade passa de carrinho de golfe por eles. Estava a dar conhecer a sua universidade a um director de uma empresa, que tinha recentemente assinado um acordo com a faculdade: aceitava alunos na sua empresa para estagiarem e depois, se gostassem do trabalho, contratavam o aluno.
Reitor: Aqui está a residência “Baxter”. Alguns dos alunos que aqui residem poderão ir para a sua empresa. Mas a maior quantidade de alunos da sua área está a residir na “Wish”, que é já aqui em frente.
O carrinho vira e depara-se com o cenário de “guerra”. O reitor fica chocado com a situação e diz rapidamente:
Reitor: Como vê senhor Dr., aos domingos os meus alunos fazem festas ao ar livre para se descontraírem dos estudos. Quando está mais frio costumamos reunir no auditório a falar sobre Freud… Mas vamos prosseguir a visita.
Enquanto o reitor tenta tirar aquela imagem da cabeça, o empresário olha fascinado para os seus “futuros empregados”. O reitor pensa que nunca mais dá a sua universidade a conhecer a quem quer que seja num domingo…

7º Capítulo

Acabaram poucos antes de jantar. Não tinham ido almoçar, apenas tinham comido umas sandes, por isso estavam esfomeados. Agradeceram ao jardineiro por os ter ajudado e foram até à cantina onde os jantares iam começar a ser servidos dentro de minutos. Entraram e pegaram num tabuleiro e foram para a fila, onde esperaram que os servissem.
W: Nunca pensei que o Jardineiro soubesse tanto sobre segurança.
I: Eu também não. Foi bom termos ido pedir à professora para nos indicar alguém, se não nunca saberíamos que ele era tão bom neste assunto.
L: Agora sei que nunca vou tocar em coisas que não sei, desde máquinas a quadros eléctricos. Pode correr tudo mal e estragar o espectáculo.
R: Mais importante do que isso Liz, estás a por em risco a tua própria vida e dos que te rodeiam. Existem coisas muito perigosas mesmo!
Ao olhar para o prato de Isabel, Will muda de assunto:
W: Vais outra vez comer vegetariano?
I: Sim, tanta carne já enjoa. Não sei como é que os americanos não comem peixe. Sabia-me tão bem agora um peixinho grelhado com um fiozinho de azeite…
L: Eu acho que nunca provei azeite…
I: Acredito. Aqui só há óleo e vinagre. Eu nem temperava muito com azeite, mas agora já sinto falta dele.
R: Eu continuo a achar que a comida brasileira é a melhor do mundo!
W: Tu estás sempre a dizer isso! Eu nunca comi nada sem ser americano. Espera, às vezes mando vir comida chinesa.
I: Eu não posso dizer muito porque nunca tive no Brasil, mas tudo o que eu comi brasileiro gostei muito. Faz-me lembrar a comida portuguesa que também é muito boa. Para mim as cozinhas brasileiras e portuguesas são as melhores.
R: É isso mesmo amiga, apoia-me. Já agora, amanhã podias fazer o almoço para nós. Íamos às compras e tu fazias o almoço.
I: Agora vai ter de sobrar para mim?
R: Claro. Tu gostas de cozinhar e eu não tenho jeito nenhum. O máximo que posso oferecer é pagar as compras.
L: Eu ajudo com as compras se tu fizeres aquela tarte de ananás que eu adoro!
W: Eu não ajudo com as compras mas faço aquele sumo de manga que gostas muito. Pronto, compro as magas. Vá lá Isa. Fazes o almoço?
I: Sim faço. Mas só se hoje à noite acabarmos de editar o vídeo!
Foram-se sentar à mesa. A Liz começou a falar sobre uma rapariga da turma dela que andava desaparecida há dois dias e ninguém sabia dela. Rita e Isabel ouviam interessadas as teorias que a turma de multimédia tinha inventado acerca do desaparecimento da colega mas Will estava com uma expressão esquisita.
L: O que foi amor? Não estás a gostar da conversa?
W: Não estou assim por causa disso, Liz. Estou com uma preocupação que não consigo tirar da cabeça.
L: O que é? Posso ajudar?
Rita e Isa olham interessadas.
W: Era bom, mas não me lembro do que é…
Rita e Isa começam-se a rir. Liz tenta disfarçar o riso enquanto faz festas na cabeça do namorado.
L: A tua sorte é eu gosto de ti mesmo assim esquecido das coisas. Acho que ficas com um ar ainda mais sensual…
Isa e Rita têm um novo ataque de riso mas desta vez daqueles que não se consegue parar. O telemóvel de Rita toca (música dos Linkin Park, claro, In The End) e ela levanta-se. Sem conseguir parar de rir, diz:
R: Estão-me a ligar de casa. Tenho mesmo de ir atender.
Levanta-se e vai para a varanda do refeitório para falar mais a vontade. Will começa a dar pancadas na mesa com a cabeça. Isa e Liz olham estranhamente para ele.
L: Will! O que é que estás a fazer?
Liz tenta fazer parar Will de bater com a cabeça. Como não consegue, Isa levanta-se para a ir ajudar. Quando conseguem, Liz pergunta:
L: Estás bem? O que se passa?
W: Esqueci-me de ligar à minha mãe! Ela vai matar-me!
Sai a correr na mesma direcção da Rita.
I: Era mesmo preciso bater na mesa até fazer uma segunda cabeça?
L: Por um lado sim. Primeiro, se a mãe não lhe mandar mais dinheiro, ele não vai comer na próxima semana. Mas se lhe crescer uma outra cabeça, vai ser ainda mais difícil alimentar as duas…

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

6º Capítulo

6º Capítulo
6ª Feira de manhã. Os quatro estão no jardim a prepararem-se para as filmagens. Junto deles está uma mesa com os equipamentos básicos de segurança. Liz está ao pé da câmara a prepara-la. Isa está a falar com um dos jardineiros que vai também entrar nas filmagens. Estão os dois a preparar um pequeno fogareiro para o jardineiro explicar como se apaga um pequeno foco de incêndio. O Brian aparece ali “por acaso” e comenta a situção:
Br: O que vocês estão a fazer é ridículo! Toda a gente sabe como se faz essas coisas todas, desde apagar incêndios a proteger-se de tremores de terra!
Will aproxima-se de Brian. Liz põe a câmara a filmar sem ninguém se apreceber.
W: Com que então és bombeiro e membro da protecção civil! Essa não sabia!
Br: Bombeiro não digo, mas – Olha para Isa – digamos que gosto de apagar alguns fogos…
L: Parece que és muito bom! Será que nos podes mostrar como se apaga este simples fogareiro, já que nós não sabemos e tivemos que pedir ajuda a este simpático senhor?
Brian fica todo convencido por Liz o ter tratado daquela maneira. Rita e Isa desconfiam da sua atitude mas Will não, por isso Liz aproxima-se dele e não o deixa fazer seja o que for.
Br: Isto é muito simples. É só puxar o gatilho de segurança e apontar para a base do foco de incêndio.
Embora continuasse a falar, Brian ficou “empenado” na fase de puxar o gatilho de segurança. Puxava e puxava cada vez com mais força mas o gatilho não saia. Brian parou e começou a olhar à volta. O jardineiro ria-se em silêncio.
L: Então Brian? Há algum problema?
Br: Problema? Não! Só precisei de ver se vocês estavam a respeitar a distância de segurança. Sim, estão devidamente afastados. Com o fogo não se brinca, lembrem-se sempre disso…
Brian continuou a puxar o gatilho, mas não o conseguia tirar. Com uma força doida, começou a fazer vibrar violentamente o gatilho, tropeçou, caiu para trás e na queda o gatilho solta-se e a espuma começa a sair do extintor, e depois cai em cima dele, que fica todo branco e a tossir que nem um doido.
As pessoas que estão a passar no jardim naquele momento param e começam-se a rir de Brian. O jardineiro pega noutro extintor e começa a explicação:
J: Tudo o que ele disse está correcto, mas o procedimento está completamente errado. Primeiro, o gatilho de segurança tem de ser tirada desta maneira, sem pressionar o extintor. Assim. Depois, mantendo sempre a distância de segurança, aproximamo-nos do foco de incêndio e, como o Brian muito bem tinha dito, apontamos o foco para a sua base, pegando no extintor nesta maneira e pressionando assim o maníbulo do extintor. E pronto, o fogo está extinto. Se o incêndio for maior, avisem sempre os bombeiros primeiro e depois ajudem a evacuar o recinto. Nunca tentem apagar um grande incêndio sozinhos!
L: Muito bem! – A Liz já estava ao pé da câmara a desliga-la. Ficou perfeito. Não é preciso repetir. Muito obrigado pessoal!
Todos batem palmas aos dois “actores”. O jardineiro aproxima-se de Brian com uma mangueira e lava-o com água gelada. Brian reclama mas deixa-se ficar debaixo da água até o branco do extintor desaparcer.
J: Estás a ver como é importante o trabalho que eles estão a fazer? Vai-te lá secar senão ficas doente.
Brian sai a correr em direcção à Wish, a sua residência, sem dizer uma palavra. As pessoas que estavam a assistir começam a dispersar, mas sempre a rir.
W: Bem, nunca pensei que o Brian nos pudesse ajudar tanto. Agora temos duas versões. Quem quizer tomar banho de extintor faz como o Brian.
J: O que não é muito bom, visto que o objectivo não é tomar banho mas sim apagar o incêndio. Vamos continuar?
I: Sim, claro. Vamos passar à protecção contra incêndio.
Enquanto Liz filmava, Isa perguntava ao jardineiro quais as utilidades de todos aqueles objectos. Depois do jardim foram até ao interior do edifício onde havia aulas de ciências, mostrar como se protegiam contra tremores de terra. Mais tarde foram até ao auditório onde mostraram outras regras de segurança mais relacionadas com um espectáculo de música.