sábado, 24 de novembro de 2007

5º Capítulo

W: Por que é que não pensámos nisso antes?
Os quatro amigos estavam a trabalhar na biblioteca.
W: É sempre melhor fazer um guia de segurança do que falar sobre regras. Fica muito mais interessante.
L: Ainda não percebi bem como tiveste essa ideia Isa…
I: Eu já vos disse. Tive um sonho estranho e conclui que um guia de segurança era mais útil.
R: O Mike veio mesmo buscar-me durante a noite? Quem e dera ter sido eu a sonhar com isso.
W: Não lhe devias ter contado essa parte. Ela agora se não desmaiar por ai vai sonhar acordada!
L: Deixa a estar sossegada. Se fosse por outra pessoa talvez se passasse algo de errado com ela. Mas como o Mike… O Mike é o Mike. Vale a pena sonhar com ele e pensar nele…
Liz fica também sonhadora. Rita concorda com ela. Will sente-se incomodado.
W: Pronto, agora é que foi. Se não tivesses contado esse sonho eu agora não tinha de rivalizar com esse tal Mike.
I: Vocês é que pediram que eu contasse. Achas que me sinto assim à vontade para contar os meus sonhos e expor a minha vida privada?
R: Deixem-se disso. Eu quero paz e sossego para poder sonhar com o meu Mike è vontade.
I: Faz como quizeres. Mas se não acabarmos este trabalho a tempo o mais perto que pões ver o Mike é da plateia, com mais de mil fãs dele em cima de ti a fazerem de tudo para o ver de mais perto.
Rita acorda de repente e começa a trabalhar. Liz começa a fazer festas a Will e diz:
L: Não te preocupes que eu não tenho intenções de te trocar pelo Mike.
W: Só espero que não digas isso apenas porque não queres lutar por ele com a Rita.
L: Não sejas parvo!
Começam a beijar-se. Aparece a bibliotecária, a Sra. Jones, a gritar com eles.
Bi: Seus, seus… pervertidos! Saiam já daqui!
Saíram todos a correr da biblioteca com algum receio que a bibliotecária lhes batesse.

*
Rita e Isa estão no quarto. A Rita está a pintar as unhas dos pés e a Isa está a arrumar a roupa que tem em cima da cama.
R: Ainda bem que já tinhas requisitado os livros antes de sermos expulsos da biblioteca. Aqueles dois nunca mais aprendem…
I: Só espero que a Liz esteja a trabalhar na apresentação. Se não filmarmos amanhã já não vamos conseguir ter tudo pronto a tempo.
R: Pois não. É bom que não apareça mais nenhum imprevisto.
Nesse momento. Will entra no quato amuado.
R e I: O que se passa?
W: A Sra. Jones reconheceu-me quando estávamos a fugir para fora da biblioteca. Foi fazer queixa de mim e agora fui chamado ao gabinete do vice-director que me disse que esta noite vou ter de ir lavar a sala dos troféus!
I: O quê? Mas quem é na faculdade é mandado lavar troféus por alguém da directoria?
W: Eu! Eu devo ser o tipo mais azarado da história desta universidade! Se não fosse a Liz eu já teria ido embora muito tempo!
R: Não digas disparates! Tu adoras este curso! É esta a tua vocação! Não te quero ouvir mais falar em desistires da faculdade só porque te aparecem uns obstáculos pela frente!
I: A Rita tem razão. Eu vou ajudar-te a limpar a sala para te despachares mais cedo das limpezas.
R: Não Isa, eu vou. Tu tens de ir ajudar a Liz a preparar as coisas para as filmagens de amanhã. Vamos ter de trabalhar mais unidos do que nunca para o nosso trabalho ser o escolhido!

sábado, 17 de novembro de 2007

4º Capítulo

Isa olhou para o tecto da sala onde estava e viu, pendurados em cordas, os restantes membros dos Linkin Park agarrados a vassouras, que tentavam bater furiosamente numas criaturas que estavam no chão a tentar agarra-los. As criaturas eram baixas e estavam vestidas com umas capas verdes que chegavam ao chão. Naquele preciso momento, Isa pensou que tinha enlouquecido…
Isa vê Rita nos braços de Mike a um canto da sala. Repara que acorda e ouve o Mike a implorar para que não desmaie novamente e pede-lhe ajuda.
B: Vamos ajuda-los!
Isa responde prontamente, agarra numa vassoura e começa a bater nas figuras. Os que estavam em cima das cordas saltam para o chão, continuando sempre a bater neles. Mike e Rita juntam-se à luta. As figuras iam caindo, ficando imóveis. Isa reparou que havia um deles que se levantava sempre. O Chester também mas, infelizmente, ele vinha na sua direcção. Ele gritou por algo mais pesado para bater. Isa procurou em vão por um extintor, mas não havia nenhum. “Que grande falha de segurança!” pensou. Mesmo atrás do Chester estava uma guitarra. Instantaneamente, Isa gritou para ele agarrar na guitarra. Chester respondeu prontamente atirando a vassoura e agarrou na guitarra. Bateu uma e outra vez, sempre que a criatura se tentava levantar. Quando finalmente caiu, o Chester atirou com a guitarra para o chão.
Todos ficaram em silêncio. O Mike veio ter comigo e com a Rita e disse que eles já esperavam que isto acontecesse mas enquanto nos foram buscar aquelas criaturas estranhas adiantaram-se e chegaram primeiro. Agradeceram-nos a nossa ajuda e pediram instruções de como se protegerem no futuro. Isa estava sem saber o que dizer. Queria falar primeiro do facto de não haver pelo menos um extintor na sala mas não conseguia dizer nada. Ouvia a Rita ao seu lado a chama-la, mas Isa não conseguia responder. Começou a ouvi cada vez com mais nitidez e depois descobriu que ela estava a chama-la para acordar.
R: Acorda! Já estamos atrasadas!
Isa levanta-se. Revê rapidamente tudo aquilo que sonhou e diz:
I: Temos de fazer o trabalho como guia de protecção para a segurança e não apenas explicar o que é correcto fazer.
R: O quê?
As duas amigas foram se despachando rapidamente enquanto Isa se tentava explicar.
I: Tive um sonho muito estanho esta noite. Temos de fazer a apresentação como sendo um guia para os organizadores de festivais deste género.
R: Estás a falar como se fosse um manual para os organizadores seguirem quando produzirem um evento deste género?
Iam as duas a correr pelo corredor.
I: Sim, algo do género. Podia não resultar um livro mas por exemplo um vídeo ou um folheto informativo.
R: Sim, já percebi – Estavam a correr pelo meio da relva do jardim em direcção ao edifício onde iam ter aulas de Liderança/Coordenação – Mas tiveste essa ideia durante o sono, assim sem mais nem menos?
I: Sim – disse ofegante, enquanto subiam as escadas até à sala, onde a aula já tinha começado – mas conto-te tudo a ti e aos outros no intervalo. – Entrando na sala – Desculpe o atraso, Mariana. Podemos entrar?
Professora: Entrem. Ainda não tínhamos começado. Mas despachem-se.
As duas amigas ocupam os lugares rapidamente. Tinham intenções de prolongar a conversa mas a professora começou a aula e toda a turma fez silêncio.

sábado, 10 de novembro de 2007

3º Capítulo

Isa, Rita, Will e Liz estão a trabalhar numa das mesas do jardim. É quarta-feira e nem a turma de organização de eventos nem a de multimédia têm aulas à tarde. Infelizmente para Isa, Brian já passou umas vinte vezes pela mesa e cada vez que passa acena animadamente a Isa, como se fossem amigos de longa data. Mas, apesar deste incidente, o trabalho prossegue sem agitação de maior. Decidiram fazer um trabalho sobre “Segurança de Trabalho em Festivais de Música”: como proteger tantos os artistas como a equipa técnica de acidentes de trabalho. A Liz estava a fazer uma apresentação com muitas animações para cativar a audiência (e também o consentimento dos professores para irem ao festival).
Depois de estarem umas duas horas a trabalhar, já lhes era impossível não reparar nas sucessivas passagens de Brian por eles.
L: Sabiam que ele também está a fazer um trabalho para ir ao festival?
W: Não sabia que ele se interessava por festivais de música…
I: Se ele vai participar porque é que não está a fazer o trabalho?
R: Não faço ideia. Só sei que se ele passar por aqui outra vez vou-lhe bater.
Nisto o Brian, sem saber, aproxima-se novamente da mesa. Rita sai a correr da mesa na sua direcção e ele acaba por fugir e não volta mais.
R: Acho que ele agora já foi fazer o trabalho…

Nessa noite, Isa teve um sonho muito estranho:

Era noite. Ela estava sentada na secretária o quarto a trabalhar quando o Mike entra no quarto sem bater à porta. Ele começa a dizer “Anda, temos de ir.” Isa perguntava porquê e para onde, mas ele só respondia “Vamos, não temos tempo…”. Foi acordar a Rita que, ao acordar, olhou para ele e desmaiou em seguida. Ele agarrou nela e levou-a para fora do quarto com uma velocidade impressionante. Isa correu atrás dele pelos corredores da residência e pelos jardins da faculdade. Mike chegou ao pé de um carro preto e entrou com ela lá para dentro e Isa foi atrás. O carro arrancou de imediato e a conduzir ia o Brad, que disse:
B: Vocês demoraram muito tempo. Eles estão quase lá. Não sei se chegaremos a horas…
Isa queria perguntar o que é que se estava a passar mas estava perocupada com a Rita que ainda estava inconsciente e dizia palavras como “Mike” e “Vamos”.
Chegaram a um sítio que Isa não conseguiu identificar por causa do nevoeiro. Estava muito frio. Isa ajuda o Mike a tirar Rita de dentro do carro e o Brad agarra no braço dela para a obrigar a segui-la.
B: O Mike trata da Rita. Ela não está em condições de nos ajudar…
Incapaz de perguntar o que quer que fosse, Isa seguiu o Brad o mais depressa que pôde. Corriam por corredores, subiam e desciam escadas, e parecia que nunca mais chegavam ao destino. Depois o Brad parou em frente a uma porta. Tentou abri-la.
B: Eles trancaram a porta. Anda, ajuda-me a abri-la.
E começou aos pontapés na porta. Isa ficou a olhar para ele sem saber o que fazer. O Brad estava desesperado na tentativa de abrir a porta e gritou outro pedido de ajuda a Isa, que começou imediatamente a dar pontapés na porta. Como a porta não cedia, começaram os dois a correr para a porta ao mesmo tempo para a tentar abrir. Não conseguiram à primeira nem à segunda, mas na terceira tentativa a força foi tanta que atiraram com a porta e caíram os dois ao chão. Quando Isa olhou para o que se passava na sala, ela não queria acreditar…

terça-feira, 6 de novembro de 2007

2º Capítulo

Isa chega aos EUA. Vai ficar a viver no campus universitário. Depois de registar a sua entrada na recepção, Isa vai até ao seu quarto, que fica na residência chamada “Baxter”. Carrega as suas malas até ao segundo andar e entra no quarto, onde já está uma rapariga a arrumar as suas coisas.
I: Olá!
R: Oi! Eu sou a Rita.
I: Muito prazer, eu sou a Isa.
E conversaram alegremente as duas, em inglês durante um bom bocado. Quando a Rita disse que era de Cruciúma, Brasil, ela pensou: “Que estupidez! Porque é que nós estamos as duas a falar em inglês se a nossa língua é o português?”. Rita pensou exactamente no mesmo, e por isso, começaram-se a rir. Estavam cada vez a dar-se melhor e falarem a mesma língua unias ainda mais.
Descobriram que iam ser da mesma classe e que tinham uma grande paixão pela música. Rita tocava violino há muitos anos e ambicionava organizar concertos com grandes bandas e tocar no meio delas. Isa contou-lhe que gostava de cantar mas não lhe contou a razão porque não seguira carreira. Ao fim de tantos anos ainda tinha dificuldade em lidar com a situação.

As aulas começam. Isa aprende tudo desde conceito de evento, enquadramento, concepção, promoção e até liderança e coordenação. Embora não fosse tão fácil como inicialmente pensara, ela está a adorar aprender tudo aquilo.
Os dias passam rapidamente e, para grande agitação da turma, é anunciado um festival de música na cidade e a faculdade vai ser parceira do evento. Vai enviar alunos para ajudarem na produção e todos se querem candidatar. Para irem, vão ter de apresentar um trabalho, tema livre, para convencerem os professores a escolherem-nos. Isa está calmamente a almoçar no refeitório da faculdade na companhia de Will, um colega de turma. Rita aparece a correr, senta-se de tal maneira que cai para cima de Will e atira para o chão tudo o que trazia nas mãos. Conta aos dois, eufórica, a novidade.
R: Temos de participar! Não vamos ter uma oportunidade melhor do que esta para participar num evento deste tamanho e vamos poder arranjar bons estágios em grandes produtoras internacionais!
I: Isso é tudo muito bonito, mas como é que vamos ter tempo para fazer o trabalho? A apresentação é já para a semana!
R: Podemos fazer todos juntos o trabalho. Assim já temos tempo.
W: Já me estás a por ao barulho?
R: Não gostavas de participar no festival?
W: Sim, mas não quero estar mais tempo longe da Liz (Liz é a namorada do Will que está a tirar o curso de Multimédia no mesmo anos que eles).
Rita queria argumentar mas não lhe saia nada. Isa viu o pânico na amiga e disse:
I: Porque é que não pedimos à Liz que faça o trabalho connosco? Ela também pode participar.
R: É isso! Ela pode ajudar-nos! Falas com ela Will? Diz-lhe que nós precisamos de… Ela vem ai! Vou já falar com ela!
Rita sai a correr da mesa ao encontro de Liz. Will diz:
W: Porque ela me está sempre a pedir coisas e depois nunca me da tempo de as fazer?
I: Deixa lá. Apesar de tudo ela é uma boa pessoa. Nunca perde esta animação mesmo quando só nos apetece atirar do telhado da faculdade.
W: Eu sei. Ela é única. Mas eu deixo-me sempre surpreender com as atitudes dela. É mais forte do que eu.
Rita e Liz sentam-se na mesa. Liz parece entusiasmada com a ideia.
L: Oi amor. Oi Isa. A Rita teve uma ideia espectcular! Temos de começar já a trabalhar! – Tira um caderno da mala e pergunta – Vamos lá a ver: quem tem ideias?
Isa e Will olham um para o outro sem saber o que fazer.
W: Amor, é melhor irmos com calma. As ideias não surgem assim de um momento para o outro.
L: Mas tem de ser amor. O tempo está a contar e é impiedoso! Temos de começar já! Isa diz aí qualquer coisa.
Isa olha para Liz sem saber o que dizer.
I: Se calhar é melhor reunirmo-nos hoje à tarde depois das aulas no meu quarto e do da Rita. Fazemos a planificação com calma e até lá vamos ter ideias.
R: É melhor é. Ainda tenho de passar pela reprografia antes das aulas da tarde. – Põe a mala ao ombro e diz – Vou já e apresento a nossa candidatura. Vamo fazer o melhor trabalho do século. O Mike que se prepare que eu vou andar durante todo o festival atrás dele! Até logo!
L: Eu vou contigo. – Dá um beijo a Will – Até logo pessoal!
I e W: Até logo!
W: De qual Mike é que ela estava a falar?
I: Deve ser o Mike Shinoda dos Linkin Park. Pelo menos ela fala muito dele e tem uma foto dele ao pé da cama.
W: Os Linkin Park vão ao festival?
I: Ainda não vi o cartaz, mas parece que sim.
W: Agora percebo a excitação dela.
Will tira o trabalho de gestão de projectos nos eventos e começa a trabalhar. Isa ainda comia a fruta do seu almoço.
W: Já estou a ver que não vou ter tempo para acabar isto logo. Já acabaste o teu?
I: Sim, ontem à noite, enquanto a Rita esteve desaparecida.
W: (Sem olhar para ela) Este trabalho é só para entregar na 4ª feira. Porque é que ficas-te acordada a faze-lo? (Olha subitamente para Isa) A Rita esteve desaparecida ontem à noite?
I: Ando preocupada com o trabalho que temos que apresentar sobre mercado potencial. Não sei como desenvolver a minha teoria.
W: Ainda não comecei a trabalhar nisso. Vais responder à minha pergunta?
I: A Rita chegou ontem tarde ao quarto. Não porquê nem lhe perguntei. Parece que teve qualquer coisa a ver sobre a festa que houve na Wish (outra residência).
W: Houve uma festa ontem na Wish?
I: Sim. Não foste convidado?
W: Não. Mas ainda bem porque eu não trocava a noite de ontem por nada. Não me perguntes nada que eu não te vou dizer.
I: Não ia perguntar…
W: E já agora porque é que não foste?
I: Não estava com vontade de festas. E também estou farta do Brian. Ele não desiste de se atirar a mim e também de me chatear. Preferi ficar no quarto sossegada a ouvir música.
W: Realmente esse Brian tem sido um chato. Da próxima vez que ele se aproximar de ti podes vir para cima de mim para ver se ele não te chateia.
I: Esquece, não dá. Ele sabe que tu andas com a Liz.
W: Porque é que tinha de ser o tipo mais chato da aula da Liz a andar a atrás de ti?
I: Talvez porque só atraio tipos desses…

Fim do 2º Capítulo

domingo, 4 de novembro de 2007

À Procura do Nada

1º Capítulo

Isa tem 22 anos. É estudante de produção de eventos em Lisboa e vai partir para um intercâmbio nos EUA, onde vai terminar o curso e estagiar na área da música. Antes da partida, Isa revê toda a sua vida…

Desde pequena que Isa viveu no teatro onde a sua família trabalhava. Mãe costureira, pai encenador, tio actor… Cresceu no mundo atrás dos palcos, e cedo começou a entrar nele. Como se sentia à vontade em cima do palco, começou a entrar em cena, primeiro com pequenos papéis e depois outros com mais importância. Mas o seu futuro não era a representação, embora não estivesse muito longe. A sua voz era simplesmente maravilhosa: não era a melhor voz do mundo; mas não andava muito longe disso – pelo menos era o que todas as pessoas do teatro diziam e até o público, quando ela actuava cantando. Cantar, desde cedo foi o que ela quis fazer. Adorava a forma que se sentia em cima do palco a cantar para a audiência. Queria ser cantora “quando fosse grande”.
Os anos passavam. Isa foi para a escola. Sempre foi uma boa aluna mas não era excelente, porque as horas de ensaio roubavam-lhe tempo de estudo. Aos 14 anos, algo terrível aconteceu. Sem razão aparente e apesar da sua constante protecção, ela teve faringite nesse Inverno. Passou e continuou a cantar como nada se tivesse passado. No Inverno seguinte, a faringite voltou a atacar e a dobrar. Assustada com o que se passava, Isa foi ao médico para saber o que se passava mas ele nada podia fazer. Ele apenas podia curar a faringite, mas não sabia como evitar que ela aparecesse. Recomendou que Isa tomasse uma precaução acrescida com a sua voz no final do verão como se prevenisse para a gripe. Deu resultado, mas a sua voz não conseguia subir aos tons desejados por ela e por vezes sentia muita dor.
Consultou novamente o médico. Ele disse-lhe que podia ter duas opções: podia continuar a cantar com precauções acrescidas e parava uns tempos quando a faringite lhe danificasse as cordas vocais, correndo o risco de perder a voz ou desistia da carreira e cantava esporadicamente. Para Isa, perder a voz era perder tudo, por isso abdicou da sua carreira para poder continuar a ouvir a sua voz. Para não sentir falta dos palcos, fazia uns espectáculos de vez em quando, mas como para ela isso não era suficiente, decidiu seguir carreira como produtora de espectáculos. Ninguém conhecia melhor do que ela a vida por trás do palco. Podia não ser a vida com que ela tinha sonhado, mas era melhor do que nunca mais poder cantar… Ia partir para os EUA para seguir uma vida ao lado do seu sonho. Ia à procura do nada…

Fim so 1º capítulo

Nova Fan Fic

Estou a escrever uma Fan Fic para a comunidade do Orkut "Fic's com Chester Bennington ®" (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=10849475)

A Fic chma-se: "À Procura do Nada"

Resumo da história: "Isa é uma rapariga que ambiciona ser cantora mas decide deixar a carreira de lado por causa de problemas de saúde. A sua vida muda radicalmente quando vai terminar o curso de organização de eventos aos Estado Unidos, onde descobre que a vida é mais do um simples sonho e a procura do nada é uma constante…"

Espero que gostem!
Beijocas