sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

10º Capítulo

Apesar de todos os contratempos, eles conseguem ter uma boa apresentação. Apesar de não saberem se era suficiente para serem seleccionados, sabiam que tinham dado o seu melhor. As apresentações duraram toda a manhã. O júri ia deliberar e por volta das 16 horas ia afixar os resultados. Os quatro amigos foram almoçar com um grande aperto no estômago.
Como estava bom tempo, levaram o almoço para as mesas da esplanada. Com eles sentados estavam colegas e amigos, que estavam a torcer para que eles conseguissem um lugar no evento. Para eles era preferível nenhum dos quatro ser seleccionado do que irem só alguns. Will tinha esse particular receio.
L: Não sejas idiota! De certeza que o júri funciona assim. Ou vão todos ou não vão nenhum. Eles iam ter um trabalhão em só escolher algumas pessoas de cada grupo.
R: Concordo. Will, tu és tão corajoso numas coisas e tão medroso noutras…
W (corando): Eu não sou medroso. Sou apenas… realista.
I: Vá, não pensem mais nisso agora. Por acaso vocês sabem que tarefas é que eles nos vão por a fazer se por acaso formos seleccionados? Nesta altura eles já têm tudo feito. O festival vai começar em menos de um mês.
R: Por acaso já tinha pensado nisso. Eles devem de nos por apenas a fazer coisas para o próprio dia do festival.
I: Sim, mas o festival vai ocorrer em várias cidades do estado. Vamos ficar só nesta cidade ou vamos seguir para outras?
L: Boa pergunta… O melhor é espera para ver…
Nesse momento Brian aproxima-se da mesa e pára, com intenções de falar. Toda a gente olha furiosamente para ele, mas Brian mantém-se firme e fala:
Br: Isa…
R: Desaparece! A Isa não quer falar contigo!
Brian hesita.
W: Ouviste a Rita. Sai daqui.
Br: Por favor! É importante!
W: Brian…
I: Deixa-o falar. Pode ser que assim ele se vá embora de vez.
Br: Podes crer que vou depois do que te vou dizer. (Respira fundo) Ontem bebi demais e comportei-me daquela maneira lamentável. Quero pedir-te desculpa e prometer-te que nunca mais vai acontecer.
I: Por favor Brian, não faças promessas que sabes que não podes cumprir. Já não é a primeira vez que esta situação acontece. E muito menos a segunda.
Br (incomodado): Tens razão. Desculpa outra vez. Eu vou tentar ser mais cuidadoso. Não quero que cenas daquelas se voltem a repetir. Já sofreste demais com esta história. Vou deixar-te em paz.
Brian olha uma última vez para Isa e, quando está prestes a ir embora, alguém grita de dentro do edifício em frente que os resultados já saíram. Brian olha para trás enquanto todos os que estavam na mesa se levantam a correr e passam por ele, atirando-o ao chão e entornado alguns restos de comida por cima dele. Brian vê-se sozinho no jardim a levantar-se e a tirar, o consegue, de cima dele.
Dentro do edifício a confusão é geral. Todos querem saber quem são os 20 sortudos que vão trabalhar no evento mais esperado do ano.
L: Os nomes estão por ordem alfabética. Eu vejo já se estamos todos.
Liz colocou-se mesmo em frente à lista e começou a dizer os nomes conhecidos que encontrava:
L: Isa… estás aqui! Eu também! A Rita está aqui e o Will… (Vai descendo o olhar sobre a lista até chegar ao último nome) estás aqui! Fomos todos escolhidos!
Liz foi a saltar para ao pé dos amigos. Fizeram todos uma grande festa. A coordenadora deles parou ao pé dos alunos feliz por ver os seus alunos animados.
Co: Parabéns! Fico feliz por terem entrado todos.
I: Nós também! Ainda nem acreditamos que conseguimos!
Co: O vosso trabalho estava muito bom. Vocês mereceram. Já agora, vou entregar-vos já uma pasta com tudo o que têm de fazer.
Aproximou-se de uma mesa e eles seguiram-na. Estavam lá em cima umas pastas e a coordenadora começou a distribuí-las a quem lhes pertencia (cada uma tinha o nome deles em cima).
Co: Rita, Will, Liz e Isa. Pronto. Ficam já a saber que vocês e os vossos colegas ficaram no departamento de rock. Ou vão fazer o acompanhamento da banda ou vão tratar da gestão do público. 4ª Feira de amanhã vão ter uma reunião com os organizadores do evento. Não se atrasem e aproveitem bem esta oportunidade!
Isa e Will agradeceram à coordenadora que estava já a entregar pastas a outros alunos. A Rita e a Liz explodiram de felicidade.
R e L: Ficámos as duas a acompanhar os Linkin Park!
As duas estavam completamente loucas aos saltos. As pessoas que estava à voltam estavam paradas a olhar para elas. Will abriu a sua pasta e disse:
W: “Gestão de Palco”. Que máximo! E tu Isa com que é que ficaste?
A Isa abriu a sua pasta e leu:
I: “Acompanhante dos Julien-K”. Espectáculo! Oh não…
W: O que foi? Que mudança de humor foi essa?
I: Lê o que está aqui. (entrega a pasta) Eu não acredito nisto…
W (Lê): “Acompanhante dos Julien-K juntamente com…” Não acredito! Ele também vai!?!
Liz e Rita param de saltar e juntamente com Will e Isa olham para a porta e vêem acabadinho de entrar o Brain cheio de nódoas…

9º Capítulo

Algures no meio da confusão, alguém grita: “Luau nas traseiras da Wish daqui a 15 minutos!”. Os estudantes correm de um lado para o outro e fecham-se nas suas residências. O director aparece novamente, mas agora sozinho, para por fim àquela confusão mas quando chega não vê ninguém, por isso sai a murmurar qualquer coisa como “o futuro da nossa nação”…

Rita e Isa estão no quarto já vestidas para o Luau (Festa Havaiana). Estão a acabar de se arranjar em frente ao espelho. Isa está a fazer umas tranças a Rita, que coloca uns acessórios a Isa.
R: Mas quem se terá lembrado de fazer um Luau a esta hora?
I: Isto já devia de estar combinado. A luta de balões de água deve de ter sido só um pretexto para nos tirarem de fora da residência. Já acabei. Deixa-me só por as flores.
A Liz apareceu à porta e perguntou:
L: Já estão prontas?
I: Sim vamos já.
Saíram as duas do quarto e juntaram-se à Liz e ao Will. Elas estavam com umas saias de praia e com uns colares de conchas. O Will tinha apenas o fato de banho e uma coroa na cabeça.
Chegaram à entrada da festa e o rapaz que estava na entrada deu um colar de flores a cada um. Havia tochas por todo o lado mais ainda estavam apagadas porque o sol ainda não se tinha posto. Apanharam uma bebida no bar e sentaram-se num banco ao pé da piscina.
Pouco tempo depois um rapaz chamado Cody convidou Isa para dançar na piscina. Ela aceitou, por isso tirou a saia e atirou-se com ele para a água. Cody era de descendência Havaiana e por isso, depois de terem estado os dois na piscina, foi ensina-la a dançar as danças tradicionais do Havai e da Polinésia.
Quem não estava a gostar nada daquilo era Brian, que já tinha recuperado do incidente de 6ª feira e estava na festa. Segundo Rita, Brian “não via nada a frente senão Isa”.
O sol estava-se a por. As tochas já estavam acesas e Rita estava farta da festa. Para ela, a festa já tinha perdido toda a animação inicial. Levantou-se, atirou o D.J. para o lado e pôs Linkin Park a dar. Toda a gente saltou para a pista e começou a curtir o som. As conversas começaram todas sobre a apresentação do trabalho de amanhã. Quem conseguisse ir trabalhar para o festival poderia conhecer os membros da banda. Isa estava precisamente a falar sobre o festival a Cody quando Brian chega ao pé dela, agarra-a pelo o braço e tira-a da pista de dança.
I: Mas o que é que estás a fazer?
Br: Não consigo mais ver-te assim. O Cody estava a aproveitar-se de ti.
I: Mas tu estás parvo? Nós estávamos só a falar! E tu não tens nada a ver com a minha vida, por isso deixa-me em paz de uma vez por todas!
Isa corre em direcção ao quarto e Rita vai atrás dela. Will chega-se ao pé dele e dá-lhe um murro. Brian cai no chão enquanto Will, Liz e a maior parte das pessoas sai da festa.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

8º Capítulo

Tudo estava a correr bem.
Na 6ª feira à noite conseguiram editar o vídeo, por isso, no fim-de-semana só foi preciso dar uns últimos retoques. A Isa fez o almoço de sábado e a tarte de ananás. O Will fez o sumo de manga e umas entradas de queijo gratinado. Nessa tarde passaram o trabalho para DVD (duas cópias para nada correr mal) e foram jantar todos juntos ao centro da cidade. Encontraram mais uns amigos que também tinham tido a mesma ideia e foram jantar ao restaurante mexicano preferido dos alunos da faculdade. Entraram lá e juntaram-se a outros colegas que já estavam sentados e ficaram lá um bom bocado, e comer e a beber.
Depois foram até ao bar onde estava a dar a melhor festa da noite. Entraram e dançaram. Ficaram por lá até às 6 da manhã, e só saíram porque a festa acabou. Pouco se lembram do que aconteceu depois, só se lembram de andar a rebolar na relva da faculdade e de fugir para ao quarto porque andavam uns indivíduos despidos a tomar banho nos regadores automáticos do jardim.
Quando Isa acordou, viu que estava deitada no sofá da sala de estar da sua residência. Não se lembrava como tinha ido lá parar e muito menos Rita que dormia no chão ao seu lado. Os sofás e o chão da sala estavam ocupados por outros estudantes.
R: Que barulho é este?
Isa sentou-se no sofá e quando olhou para trás viu o pessoal da outra residência lá fora a atirar balões de água uns aos outros. Alguns balões iam bater contra as janelas da sala. Via-se que os tinham acordado de propósito, embora continuassem a divertir-se.
R: Eles já estão a pisar o risco! – Rita estava agora sentada ao lado de Isa – A invadir o nosso espaço e a incomodar-nos dentro da nossa própria residência… Estão a ir longe de mais!
I: Vamos tratar-lhes da saúde e ensinar-lhes que não devem incomodar-nos assim?
Todos os que estavam presentes na sala saíram a correr uns pela porta e outros pelas janelas. Os outros, mal os viram, começaram a atirar os balões contra eles. Os outros, em contra-ataque agarraram em alguns balões e responderam na mesma moeda. Quem não conseguiu agarrar em balões atirou-se aos outros como se estivessem a jogar rugby. Apesar de parecerem que estavam à luta, estavam todos a divertirem-se sem violência. Nesse instante, o reitor da faculdade passa de carrinho de golfe por eles. Estava a dar conhecer a sua universidade a um director de uma empresa, que tinha recentemente assinado um acordo com a faculdade: aceitava alunos na sua empresa para estagiarem e depois, se gostassem do trabalho, contratavam o aluno.
Reitor: Aqui está a residência “Baxter”. Alguns dos alunos que aqui residem poderão ir para a sua empresa. Mas a maior quantidade de alunos da sua área está a residir na “Wish”, que é já aqui em frente.
O carrinho vira e depara-se com o cenário de “guerra”. O reitor fica chocado com a situação e diz rapidamente:
Reitor: Como vê senhor Dr., aos domingos os meus alunos fazem festas ao ar livre para se descontraírem dos estudos. Quando está mais frio costumamos reunir no auditório a falar sobre Freud… Mas vamos prosseguir a visita.
Enquanto o reitor tenta tirar aquela imagem da cabeça, o empresário olha fascinado para os seus “futuros empregados”. O reitor pensa que nunca mais dá a sua universidade a conhecer a quem quer que seja num domingo…

7º Capítulo

Acabaram poucos antes de jantar. Não tinham ido almoçar, apenas tinham comido umas sandes, por isso estavam esfomeados. Agradeceram ao jardineiro por os ter ajudado e foram até à cantina onde os jantares iam começar a ser servidos dentro de minutos. Entraram e pegaram num tabuleiro e foram para a fila, onde esperaram que os servissem.
W: Nunca pensei que o Jardineiro soubesse tanto sobre segurança.
I: Eu também não. Foi bom termos ido pedir à professora para nos indicar alguém, se não nunca saberíamos que ele era tão bom neste assunto.
L: Agora sei que nunca vou tocar em coisas que não sei, desde máquinas a quadros eléctricos. Pode correr tudo mal e estragar o espectáculo.
R: Mais importante do que isso Liz, estás a por em risco a tua própria vida e dos que te rodeiam. Existem coisas muito perigosas mesmo!
Ao olhar para o prato de Isabel, Will muda de assunto:
W: Vais outra vez comer vegetariano?
I: Sim, tanta carne já enjoa. Não sei como é que os americanos não comem peixe. Sabia-me tão bem agora um peixinho grelhado com um fiozinho de azeite…
L: Eu acho que nunca provei azeite…
I: Acredito. Aqui só há óleo e vinagre. Eu nem temperava muito com azeite, mas agora já sinto falta dele.
R: Eu continuo a achar que a comida brasileira é a melhor do mundo!
W: Tu estás sempre a dizer isso! Eu nunca comi nada sem ser americano. Espera, às vezes mando vir comida chinesa.
I: Eu não posso dizer muito porque nunca tive no Brasil, mas tudo o que eu comi brasileiro gostei muito. Faz-me lembrar a comida portuguesa que também é muito boa. Para mim as cozinhas brasileiras e portuguesas são as melhores.
R: É isso mesmo amiga, apoia-me. Já agora, amanhã podias fazer o almoço para nós. Íamos às compras e tu fazias o almoço.
I: Agora vai ter de sobrar para mim?
R: Claro. Tu gostas de cozinhar e eu não tenho jeito nenhum. O máximo que posso oferecer é pagar as compras.
L: Eu ajudo com as compras se tu fizeres aquela tarte de ananás que eu adoro!
W: Eu não ajudo com as compras mas faço aquele sumo de manga que gostas muito. Pronto, compro as magas. Vá lá Isa. Fazes o almoço?
I: Sim faço. Mas só se hoje à noite acabarmos de editar o vídeo!
Foram-se sentar à mesa. A Liz começou a falar sobre uma rapariga da turma dela que andava desaparecida há dois dias e ninguém sabia dela. Rita e Isabel ouviam interessadas as teorias que a turma de multimédia tinha inventado acerca do desaparecimento da colega mas Will estava com uma expressão esquisita.
L: O que foi amor? Não estás a gostar da conversa?
W: Não estou assim por causa disso, Liz. Estou com uma preocupação que não consigo tirar da cabeça.
L: O que é? Posso ajudar?
Rita e Isa olham interessadas.
W: Era bom, mas não me lembro do que é…
Rita e Isa começam-se a rir. Liz tenta disfarçar o riso enquanto faz festas na cabeça do namorado.
L: A tua sorte é eu gosto de ti mesmo assim esquecido das coisas. Acho que ficas com um ar ainda mais sensual…
Isa e Rita têm um novo ataque de riso mas desta vez daqueles que não se consegue parar. O telemóvel de Rita toca (música dos Linkin Park, claro, In The End) e ela levanta-se. Sem conseguir parar de rir, diz:
R: Estão-me a ligar de casa. Tenho mesmo de ir atender.
Levanta-se e vai para a varanda do refeitório para falar mais a vontade. Will começa a dar pancadas na mesa com a cabeça. Isa e Liz olham estranhamente para ele.
L: Will! O que é que estás a fazer?
Liz tenta fazer parar Will de bater com a cabeça. Como não consegue, Isa levanta-se para a ir ajudar. Quando conseguem, Liz pergunta:
L: Estás bem? O que se passa?
W: Esqueci-me de ligar à minha mãe! Ela vai matar-me!
Sai a correr na mesma direcção da Rita.
I: Era mesmo preciso bater na mesa até fazer uma segunda cabeça?
L: Por um lado sim. Primeiro, se a mãe não lhe mandar mais dinheiro, ele não vai comer na próxima semana. Mas se lhe crescer uma outra cabeça, vai ser ainda mais difícil alimentar as duas…

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

6º Capítulo

6º Capítulo
6ª Feira de manhã. Os quatro estão no jardim a prepararem-se para as filmagens. Junto deles está uma mesa com os equipamentos básicos de segurança. Liz está ao pé da câmara a prepara-la. Isa está a falar com um dos jardineiros que vai também entrar nas filmagens. Estão os dois a preparar um pequeno fogareiro para o jardineiro explicar como se apaga um pequeno foco de incêndio. O Brian aparece ali “por acaso” e comenta a situção:
Br: O que vocês estão a fazer é ridículo! Toda a gente sabe como se faz essas coisas todas, desde apagar incêndios a proteger-se de tremores de terra!
Will aproxima-se de Brian. Liz põe a câmara a filmar sem ninguém se apreceber.
W: Com que então és bombeiro e membro da protecção civil! Essa não sabia!
Br: Bombeiro não digo, mas – Olha para Isa – digamos que gosto de apagar alguns fogos…
L: Parece que és muito bom! Será que nos podes mostrar como se apaga este simples fogareiro, já que nós não sabemos e tivemos que pedir ajuda a este simpático senhor?
Brian fica todo convencido por Liz o ter tratado daquela maneira. Rita e Isa desconfiam da sua atitude mas Will não, por isso Liz aproxima-se dele e não o deixa fazer seja o que for.
Br: Isto é muito simples. É só puxar o gatilho de segurança e apontar para a base do foco de incêndio.
Embora continuasse a falar, Brian ficou “empenado” na fase de puxar o gatilho de segurança. Puxava e puxava cada vez com mais força mas o gatilho não saia. Brian parou e começou a olhar à volta. O jardineiro ria-se em silêncio.
L: Então Brian? Há algum problema?
Br: Problema? Não! Só precisei de ver se vocês estavam a respeitar a distância de segurança. Sim, estão devidamente afastados. Com o fogo não se brinca, lembrem-se sempre disso…
Brian continuou a puxar o gatilho, mas não o conseguia tirar. Com uma força doida, começou a fazer vibrar violentamente o gatilho, tropeçou, caiu para trás e na queda o gatilho solta-se e a espuma começa a sair do extintor, e depois cai em cima dele, que fica todo branco e a tossir que nem um doido.
As pessoas que estão a passar no jardim naquele momento param e começam-se a rir de Brian. O jardineiro pega noutro extintor e começa a explicação:
J: Tudo o que ele disse está correcto, mas o procedimento está completamente errado. Primeiro, o gatilho de segurança tem de ser tirada desta maneira, sem pressionar o extintor. Assim. Depois, mantendo sempre a distância de segurança, aproximamo-nos do foco de incêndio e, como o Brian muito bem tinha dito, apontamos o foco para a sua base, pegando no extintor nesta maneira e pressionando assim o maníbulo do extintor. E pronto, o fogo está extinto. Se o incêndio for maior, avisem sempre os bombeiros primeiro e depois ajudem a evacuar o recinto. Nunca tentem apagar um grande incêndio sozinhos!
L: Muito bem! – A Liz já estava ao pé da câmara a desliga-la. Ficou perfeito. Não é preciso repetir. Muito obrigado pessoal!
Todos batem palmas aos dois “actores”. O jardineiro aproxima-se de Brian com uma mangueira e lava-o com água gelada. Brian reclama mas deixa-se ficar debaixo da água até o branco do extintor desaparcer.
J: Estás a ver como é importante o trabalho que eles estão a fazer? Vai-te lá secar senão ficas doente.
Brian sai a correr em direcção à Wish, a sua residência, sem dizer uma palavra. As pessoas que estavam a assistir começam a dispersar, mas sempre a rir.
W: Bem, nunca pensei que o Brian nos pudesse ajudar tanto. Agora temos duas versões. Quem quizer tomar banho de extintor faz como o Brian.
J: O que não é muito bom, visto que o objectivo não é tomar banho mas sim apagar o incêndio. Vamos continuar?
I: Sim, claro. Vamos passar à protecção contra incêndio.
Enquanto Liz filmava, Isa perguntava ao jardineiro quais as utilidades de todos aqueles objectos. Depois do jardim foram até ao interior do edifício onde havia aulas de ciências, mostrar como se protegiam contra tremores de terra. Mais tarde foram até ao auditório onde mostraram outras regras de segurança mais relacionadas com um espectáculo de música.

sábado, 24 de novembro de 2007

5º Capítulo

W: Por que é que não pensámos nisso antes?
Os quatro amigos estavam a trabalhar na biblioteca.
W: É sempre melhor fazer um guia de segurança do que falar sobre regras. Fica muito mais interessante.
L: Ainda não percebi bem como tiveste essa ideia Isa…
I: Eu já vos disse. Tive um sonho estranho e conclui que um guia de segurança era mais útil.
R: O Mike veio mesmo buscar-me durante a noite? Quem e dera ter sido eu a sonhar com isso.
W: Não lhe devias ter contado essa parte. Ela agora se não desmaiar por ai vai sonhar acordada!
L: Deixa a estar sossegada. Se fosse por outra pessoa talvez se passasse algo de errado com ela. Mas como o Mike… O Mike é o Mike. Vale a pena sonhar com ele e pensar nele…
Liz fica também sonhadora. Rita concorda com ela. Will sente-se incomodado.
W: Pronto, agora é que foi. Se não tivesses contado esse sonho eu agora não tinha de rivalizar com esse tal Mike.
I: Vocês é que pediram que eu contasse. Achas que me sinto assim à vontade para contar os meus sonhos e expor a minha vida privada?
R: Deixem-se disso. Eu quero paz e sossego para poder sonhar com o meu Mike è vontade.
I: Faz como quizeres. Mas se não acabarmos este trabalho a tempo o mais perto que pões ver o Mike é da plateia, com mais de mil fãs dele em cima de ti a fazerem de tudo para o ver de mais perto.
Rita acorda de repente e começa a trabalhar. Liz começa a fazer festas a Will e diz:
L: Não te preocupes que eu não tenho intenções de te trocar pelo Mike.
W: Só espero que não digas isso apenas porque não queres lutar por ele com a Rita.
L: Não sejas parvo!
Começam a beijar-se. Aparece a bibliotecária, a Sra. Jones, a gritar com eles.
Bi: Seus, seus… pervertidos! Saiam já daqui!
Saíram todos a correr da biblioteca com algum receio que a bibliotecária lhes batesse.

*
Rita e Isa estão no quarto. A Rita está a pintar as unhas dos pés e a Isa está a arrumar a roupa que tem em cima da cama.
R: Ainda bem que já tinhas requisitado os livros antes de sermos expulsos da biblioteca. Aqueles dois nunca mais aprendem…
I: Só espero que a Liz esteja a trabalhar na apresentação. Se não filmarmos amanhã já não vamos conseguir ter tudo pronto a tempo.
R: Pois não. É bom que não apareça mais nenhum imprevisto.
Nesse momento. Will entra no quato amuado.
R e I: O que se passa?
W: A Sra. Jones reconheceu-me quando estávamos a fugir para fora da biblioteca. Foi fazer queixa de mim e agora fui chamado ao gabinete do vice-director que me disse que esta noite vou ter de ir lavar a sala dos troféus!
I: O quê? Mas quem é na faculdade é mandado lavar troféus por alguém da directoria?
W: Eu! Eu devo ser o tipo mais azarado da história desta universidade! Se não fosse a Liz eu já teria ido embora muito tempo!
R: Não digas disparates! Tu adoras este curso! É esta a tua vocação! Não te quero ouvir mais falar em desistires da faculdade só porque te aparecem uns obstáculos pela frente!
I: A Rita tem razão. Eu vou ajudar-te a limpar a sala para te despachares mais cedo das limpezas.
R: Não Isa, eu vou. Tu tens de ir ajudar a Liz a preparar as coisas para as filmagens de amanhã. Vamos ter de trabalhar mais unidos do que nunca para o nosso trabalho ser o escolhido!

sábado, 17 de novembro de 2007

4º Capítulo

Isa olhou para o tecto da sala onde estava e viu, pendurados em cordas, os restantes membros dos Linkin Park agarrados a vassouras, que tentavam bater furiosamente numas criaturas que estavam no chão a tentar agarra-los. As criaturas eram baixas e estavam vestidas com umas capas verdes que chegavam ao chão. Naquele preciso momento, Isa pensou que tinha enlouquecido…
Isa vê Rita nos braços de Mike a um canto da sala. Repara que acorda e ouve o Mike a implorar para que não desmaie novamente e pede-lhe ajuda.
B: Vamos ajuda-los!
Isa responde prontamente, agarra numa vassoura e começa a bater nas figuras. Os que estavam em cima das cordas saltam para o chão, continuando sempre a bater neles. Mike e Rita juntam-se à luta. As figuras iam caindo, ficando imóveis. Isa reparou que havia um deles que se levantava sempre. O Chester também mas, infelizmente, ele vinha na sua direcção. Ele gritou por algo mais pesado para bater. Isa procurou em vão por um extintor, mas não havia nenhum. “Que grande falha de segurança!” pensou. Mesmo atrás do Chester estava uma guitarra. Instantaneamente, Isa gritou para ele agarrar na guitarra. Chester respondeu prontamente atirando a vassoura e agarrou na guitarra. Bateu uma e outra vez, sempre que a criatura se tentava levantar. Quando finalmente caiu, o Chester atirou com a guitarra para o chão.
Todos ficaram em silêncio. O Mike veio ter comigo e com a Rita e disse que eles já esperavam que isto acontecesse mas enquanto nos foram buscar aquelas criaturas estranhas adiantaram-se e chegaram primeiro. Agradeceram-nos a nossa ajuda e pediram instruções de como se protegerem no futuro. Isa estava sem saber o que dizer. Queria falar primeiro do facto de não haver pelo menos um extintor na sala mas não conseguia dizer nada. Ouvia a Rita ao seu lado a chama-la, mas Isa não conseguia responder. Começou a ouvi cada vez com mais nitidez e depois descobriu que ela estava a chama-la para acordar.
R: Acorda! Já estamos atrasadas!
Isa levanta-se. Revê rapidamente tudo aquilo que sonhou e diz:
I: Temos de fazer o trabalho como guia de protecção para a segurança e não apenas explicar o que é correcto fazer.
R: O quê?
As duas amigas foram se despachando rapidamente enquanto Isa se tentava explicar.
I: Tive um sonho muito estanho esta noite. Temos de fazer a apresentação como sendo um guia para os organizadores de festivais deste género.
R: Estás a falar como se fosse um manual para os organizadores seguirem quando produzirem um evento deste género?
Iam as duas a correr pelo corredor.
I: Sim, algo do género. Podia não resultar um livro mas por exemplo um vídeo ou um folheto informativo.
R: Sim, já percebi – Estavam a correr pelo meio da relva do jardim em direcção ao edifício onde iam ter aulas de Liderança/Coordenação – Mas tiveste essa ideia durante o sono, assim sem mais nem menos?
I: Sim – disse ofegante, enquanto subiam as escadas até à sala, onde a aula já tinha começado – mas conto-te tudo a ti e aos outros no intervalo. – Entrando na sala – Desculpe o atraso, Mariana. Podemos entrar?
Professora: Entrem. Ainda não tínhamos começado. Mas despachem-se.
As duas amigas ocupam os lugares rapidamente. Tinham intenções de prolongar a conversa mas a professora começou a aula e toda a turma fez silêncio.

sábado, 10 de novembro de 2007

3º Capítulo

Isa, Rita, Will e Liz estão a trabalhar numa das mesas do jardim. É quarta-feira e nem a turma de organização de eventos nem a de multimédia têm aulas à tarde. Infelizmente para Isa, Brian já passou umas vinte vezes pela mesa e cada vez que passa acena animadamente a Isa, como se fossem amigos de longa data. Mas, apesar deste incidente, o trabalho prossegue sem agitação de maior. Decidiram fazer um trabalho sobre “Segurança de Trabalho em Festivais de Música”: como proteger tantos os artistas como a equipa técnica de acidentes de trabalho. A Liz estava a fazer uma apresentação com muitas animações para cativar a audiência (e também o consentimento dos professores para irem ao festival).
Depois de estarem umas duas horas a trabalhar, já lhes era impossível não reparar nas sucessivas passagens de Brian por eles.
L: Sabiam que ele também está a fazer um trabalho para ir ao festival?
W: Não sabia que ele se interessava por festivais de música…
I: Se ele vai participar porque é que não está a fazer o trabalho?
R: Não faço ideia. Só sei que se ele passar por aqui outra vez vou-lhe bater.
Nisto o Brian, sem saber, aproxima-se novamente da mesa. Rita sai a correr da mesa na sua direcção e ele acaba por fugir e não volta mais.
R: Acho que ele agora já foi fazer o trabalho…

Nessa noite, Isa teve um sonho muito estranho:

Era noite. Ela estava sentada na secretária o quarto a trabalhar quando o Mike entra no quarto sem bater à porta. Ele começa a dizer “Anda, temos de ir.” Isa perguntava porquê e para onde, mas ele só respondia “Vamos, não temos tempo…”. Foi acordar a Rita que, ao acordar, olhou para ele e desmaiou em seguida. Ele agarrou nela e levou-a para fora do quarto com uma velocidade impressionante. Isa correu atrás dele pelos corredores da residência e pelos jardins da faculdade. Mike chegou ao pé de um carro preto e entrou com ela lá para dentro e Isa foi atrás. O carro arrancou de imediato e a conduzir ia o Brad, que disse:
B: Vocês demoraram muito tempo. Eles estão quase lá. Não sei se chegaremos a horas…
Isa queria perguntar o que é que se estava a passar mas estava perocupada com a Rita que ainda estava inconsciente e dizia palavras como “Mike” e “Vamos”.
Chegaram a um sítio que Isa não conseguiu identificar por causa do nevoeiro. Estava muito frio. Isa ajuda o Mike a tirar Rita de dentro do carro e o Brad agarra no braço dela para a obrigar a segui-la.
B: O Mike trata da Rita. Ela não está em condições de nos ajudar…
Incapaz de perguntar o que quer que fosse, Isa seguiu o Brad o mais depressa que pôde. Corriam por corredores, subiam e desciam escadas, e parecia que nunca mais chegavam ao destino. Depois o Brad parou em frente a uma porta. Tentou abri-la.
B: Eles trancaram a porta. Anda, ajuda-me a abri-la.
E começou aos pontapés na porta. Isa ficou a olhar para ele sem saber o que fazer. O Brad estava desesperado na tentativa de abrir a porta e gritou outro pedido de ajuda a Isa, que começou imediatamente a dar pontapés na porta. Como a porta não cedia, começaram os dois a correr para a porta ao mesmo tempo para a tentar abrir. Não conseguiram à primeira nem à segunda, mas na terceira tentativa a força foi tanta que atiraram com a porta e caíram os dois ao chão. Quando Isa olhou para o que se passava na sala, ela não queria acreditar…

terça-feira, 6 de novembro de 2007

2º Capítulo

Isa chega aos EUA. Vai ficar a viver no campus universitário. Depois de registar a sua entrada na recepção, Isa vai até ao seu quarto, que fica na residência chamada “Baxter”. Carrega as suas malas até ao segundo andar e entra no quarto, onde já está uma rapariga a arrumar as suas coisas.
I: Olá!
R: Oi! Eu sou a Rita.
I: Muito prazer, eu sou a Isa.
E conversaram alegremente as duas, em inglês durante um bom bocado. Quando a Rita disse que era de Cruciúma, Brasil, ela pensou: “Que estupidez! Porque é que nós estamos as duas a falar em inglês se a nossa língua é o português?”. Rita pensou exactamente no mesmo, e por isso, começaram-se a rir. Estavam cada vez a dar-se melhor e falarem a mesma língua unias ainda mais.
Descobriram que iam ser da mesma classe e que tinham uma grande paixão pela música. Rita tocava violino há muitos anos e ambicionava organizar concertos com grandes bandas e tocar no meio delas. Isa contou-lhe que gostava de cantar mas não lhe contou a razão porque não seguira carreira. Ao fim de tantos anos ainda tinha dificuldade em lidar com a situação.

As aulas começam. Isa aprende tudo desde conceito de evento, enquadramento, concepção, promoção e até liderança e coordenação. Embora não fosse tão fácil como inicialmente pensara, ela está a adorar aprender tudo aquilo.
Os dias passam rapidamente e, para grande agitação da turma, é anunciado um festival de música na cidade e a faculdade vai ser parceira do evento. Vai enviar alunos para ajudarem na produção e todos se querem candidatar. Para irem, vão ter de apresentar um trabalho, tema livre, para convencerem os professores a escolherem-nos. Isa está calmamente a almoçar no refeitório da faculdade na companhia de Will, um colega de turma. Rita aparece a correr, senta-se de tal maneira que cai para cima de Will e atira para o chão tudo o que trazia nas mãos. Conta aos dois, eufórica, a novidade.
R: Temos de participar! Não vamos ter uma oportunidade melhor do que esta para participar num evento deste tamanho e vamos poder arranjar bons estágios em grandes produtoras internacionais!
I: Isso é tudo muito bonito, mas como é que vamos ter tempo para fazer o trabalho? A apresentação é já para a semana!
R: Podemos fazer todos juntos o trabalho. Assim já temos tempo.
W: Já me estás a por ao barulho?
R: Não gostavas de participar no festival?
W: Sim, mas não quero estar mais tempo longe da Liz (Liz é a namorada do Will que está a tirar o curso de Multimédia no mesmo anos que eles).
Rita queria argumentar mas não lhe saia nada. Isa viu o pânico na amiga e disse:
I: Porque é que não pedimos à Liz que faça o trabalho connosco? Ela também pode participar.
R: É isso! Ela pode ajudar-nos! Falas com ela Will? Diz-lhe que nós precisamos de… Ela vem ai! Vou já falar com ela!
Rita sai a correr da mesa ao encontro de Liz. Will diz:
W: Porque ela me está sempre a pedir coisas e depois nunca me da tempo de as fazer?
I: Deixa lá. Apesar de tudo ela é uma boa pessoa. Nunca perde esta animação mesmo quando só nos apetece atirar do telhado da faculdade.
W: Eu sei. Ela é única. Mas eu deixo-me sempre surpreender com as atitudes dela. É mais forte do que eu.
Rita e Liz sentam-se na mesa. Liz parece entusiasmada com a ideia.
L: Oi amor. Oi Isa. A Rita teve uma ideia espectcular! Temos de começar já a trabalhar! – Tira um caderno da mala e pergunta – Vamos lá a ver: quem tem ideias?
Isa e Will olham um para o outro sem saber o que fazer.
W: Amor, é melhor irmos com calma. As ideias não surgem assim de um momento para o outro.
L: Mas tem de ser amor. O tempo está a contar e é impiedoso! Temos de começar já! Isa diz aí qualquer coisa.
Isa olha para Liz sem saber o que dizer.
I: Se calhar é melhor reunirmo-nos hoje à tarde depois das aulas no meu quarto e do da Rita. Fazemos a planificação com calma e até lá vamos ter ideias.
R: É melhor é. Ainda tenho de passar pela reprografia antes das aulas da tarde. – Põe a mala ao ombro e diz – Vou já e apresento a nossa candidatura. Vamo fazer o melhor trabalho do século. O Mike que se prepare que eu vou andar durante todo o festival atrás dele! Até logo!
L: Eu vou contigo. – Dá um beijo a Will – Até logo pessoal!
I e W: Até logo!
W: De qual Mike é que ela estava a falar?
I: Deve ser o Mike Shinoda dos Linkin Park. Pelo menos ela fala muito dele e tem uma foto dele ao pé da cama.
W: Os Linkin Park vão ao festival?
I: Ainda não vi o cartaz, mas parece que sim.
W: Agora percebo a excitação dela.
Will tira o trabalho de gestão de projectos nos eventos e começa a trabalhar. Isa ainda comia a fruta do seu almoço.
W: Já estou a ver que não vou ter tempo para acabar isto logo. Já acabaste o teu?
I: Sim, ontem à noite, enquanto a Rita esteve desaparecida.
W: (Sem olhar para ela) Este trabalho é só para entregar na 4ª feira. Porque é que ficas-te acordada a faze-lo? (Olha subitamente para Isa) A Rita esteve desaparecida ontem à noite?
I: Ando preocupada com o trabalho que temos que apresentar sobre mercado potencial. Não sei como desenvolver a minha teoria.
W: Ainda não comecei a trabalhar nisso. Vais responder à minha pergunta?
I: A Rita chegou ontem tarde ao quarto. Não porquê nem lhe perguntei. Parece que teve qualquer coisa a ver sobre a festa que houve na Wish (outra residência).
W: Houve uma festa ontem na Wish?
I: Sim. Não foste convidado?
W: Não. Mas ainda bem porque eu não trocava a noite de ontem por nada. Não me perguntes nada que eu não te vou dizer.
I: Não ia perguntar…
W: E já agora porque é que não foste?
I: Não estava com vontade de festas. E também estou farta do Brian. Ele não desiste de se atirar a mim e também de me chatear. Preferi ficar no quarto sossegada a ouvir música.
W: Realmente esse Brian tem sido um chato. Da próxima vez que ele se aproximar de ti podes vir para cima de mim para ver se ele não te chateia.
I: Esquece, não dá. Ele sabe que tu andas com a Liz.
W: Porque é que tinha de ser o tipo mais chato da aula da Liz a andar a atrás de ti?
I: Talvez porque só atraio tipos desses…

Fim do 2º Capítulo

domingo, 4 de novembro de 2007

À Procura do Nada

1º Capítulo

Isa tem 22 anos. É estudante de produção de eventos em Lisboa e vai partir para um intercâmbio nos EUA, onde vai terminar o curso e estagiar na área da música. Antes da partida, Isa revê toda a sua vida…

Desde pequena que Isa viveu no teatro onde a sua família trabalhava. Mãe costureira, pai encenador, tio actor… Cresceu no mundo atrás dos palcos, e cedo começou a entrar nele. Como se sentia à vontade em cima do palco, começou a entrar em cena, primeiro com pequenos papéis e depois outros com mais importância. Mas o seu futuro não era a representação, embora não estivesse muito longe. A sua voz era simplesmente maravilhosa: não era a melhor voz do mundo; mas não andava muito longe disso – pelo menos era o que todas as pessoas do teatro diziam e até o público, quando ela actuava cantando. Cantar, desde cedo foi o que ela quis fazer. Adorava a forma que se sentia em cima do palco a cantar para a audiência. Queria ser cantora “quando fosse grande”.
Os anos passavam. Isa foi para a escola. Sempre foi uma boa aluna mas não era excelente, porque as horas de ensaio roubavam-lhe tempo de estudo. Aos 14 anos, algo terrível aconteceu. Sem razão aparente e apesar da sua constante protecção, ela teve faringite nesse Inverno. Passou e continuou a cantar como nada se tivesse passado. No Inverno seguinte, a faringite voltou a atacar e a dobrar. Assustada com o que se passava, Isa foi ao médico para saber o que se passava mas ele nada podia fazer. Ele apenas podia curar a faringite, mas não sabia como evitar que ela aparecesse. Recomendou que Isa tomasse uma precaução acrescida com a sua voz no final do verão como se prevenisse para a gripe. Deu resultado, mas a sua voz não conseguia subir aos tons desejados por ela e por vezes sentia muita dor.
Consultou novamente o médico. Ele disse-lhe que podia ter duas opções: podia continuar a cantar com precauções acrescidas e parava uns tempos quando a faringite lhe danificasse as cordas vocais, correndo o risco de perder a voz ou desistia da carreira e cantava esporadicamente. Para Isa, perder a voz era perder tudo, por isso abdicou da sua carreira para poder continuar a ouvir a sua voz. Para não sentir falta dos palcos, fazia uns espectáculos de vez em quando, mas como para ela isso não era suficiente, decidiu seguir carreira como produtora de espectáculos. Ninguém conhecia melhor do que ela a vida por trás do palco. Podia não ser a vida com que ela tinha sonhado, mas era melhor do que nunca mais poder cantar… Ia partir para os EUA para seguir uma vida ao lado do seu sonho. Ia à procura do nada…

Fim so 1º capítulo

Nova Fan Fic

Estou a escrever uma Fan Fic para a comunidade do Orkut "Fic's com Chester Bennington ®" (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=10849475)

A Fic chma-se: "À Procura do Nada"

Resumo da história: "Isa é uma rapariga que ambiciona ser cantora mas decide deixar a carreira de lado por causa de problemas de saúde. A sua vida muda radicalmente quando vai terminar o curso de organização de eventos aos Estado Unidos, onde descobre que a vida é mais do um simples sonho e a procura do nada é uma constante…"

Espero que gostem!
Beijocas

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Resultado de um quiz que acabei de fazer

Achei piada o resultado e resolvi postar. Aviso que fui totalmente sincera nas respostas e não fiz qualquer tipo de manipulação para dar este resultado! ;P


Q integrante do linkin park vc e???



Vc eh o Chester Bennington!!! Alem de ser louco, eh bonito, talentoso e grita como ninguem...

domingo, 23 de setembro de 2007

Mais um video da semana

Pois é. Sem tempo para postar, vou andando por aqui a colocar videos para os dar a conhecer ao mundo.
Agora vem um completamente diferente dos anteriores. Uma mudança radical. Aqueles mais atentos poderão pensar "Hum..., estou a conhecer isto de qualquer lado...". Bem, embora a musicalidade seja semelhante e a altura do ano a mesma, foi uma total coincidência. Em Dezembro do ano passado, na festa de Natal, tocámos esta música, Pull Shapes, das Britanicas Pipettes. Nós adoramos a actuação tal como a audiência (a Rita fez umas coisas maravilhosas no violino...). Em Abril deste ano, descubro uma performance ao vivo desta música e, qual é o meu espanto, ver que elas já fizeram algo muito, muito semelhante. Posso garantir que não houve imitações por ambas as patres (por nós não houve e também não acredito que elas tenham visto o espectáculo e duvido que nos conheçam - nuncoa actuamos em nenhuma das ilhas Britanicas...).
Bem deixemo-nos de conversas e vamos ao video:

Pull Shapes - The pipettes



:P

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Video da semana

Canto Alla Vita: Josh Groban ao vivo com Andrea Corr "In Concert", Dvd lançado em 3 de Dezembro de 2003.
Esta música é conhecida por aqueles que viram os Power a actuar recentemente (antes de eles terem fugido :P). Foi também a música que abriu a última festa de Natal.
Agora vão poder descobrir onde os Power se inspiraram para tocar a música.
Enjoy the video!

sábado, 11 de agosto de 2007

Video da Semana

Esta semana temos Within Temptation com "Our Solemn Hour" Live Pinkpop 2007 na Holanda. Tal como o Rock Am Ring (Alemanha) e o Download (Reino Unido), o Pinkpop é um dos meus festivais favoritos. Aproveitem esta linda música numa actuação ao vivo fantástica.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Linkin Park Network

Linkin Park Connect (e afinal connosco!)

Eu estou ligada aos Linkin Park! Isso já toda a gente sabia, mas agora eles vão passar a mandar informações para este blog. Não acreditam? Vejam o site http://linkinpark.com/connect e comprovem! Estão a ver como sou simpática e digo-vos tudo...
Neste primeiro video (está no post acima) mostra um pouco da banda. Dois concertos, um deles no Pinkpop (:D), um pouco do making of do video Bleed It Up(eu bem disse que levava croma e que eles estavam sozinhos em cima do palco!!!). Depois, algo fora do normal: os rapazes a dar uma volta de bicicleta! A sério, não estou a brincar... Vejam o video... Para quem não conhece, aproveitem para ver as tatuagens do Chester (tava um dia de calor... - tudo bem, nós sabemos que ele é um homem com muito calor, mas o que que é que estavam à espera? Meteram o pobre rapaz dentro daquela coisa fechada e forrada! É natural que ele se dispa! Desculpem, estou a desviar-me do assunto - para quem não sabe do que eu estou a falar, vejam o making of do Minutes to Midnight). Enjoy the Videos!

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Video da Semana

Tal como no blogue passado, vou contunuar a postar todas as semanas um novo video. Esta semana: Linkin Park - What Ive' Done ao vivo no Rock Am Ring 2007. Este era um dos festivais que gostaria de actuar ou até mesmo de produzir...

Tour

Olá pessoal!
Eu sei que o blog é novo, mas onde estão os comments? Eu sei que há muita gente que lê pelas mensagens que recebo, mas parece que a maioria está com um pouquinho de preguiça ou simplesmente prefere passar o tempo na praia... Estou a brincar. Fico muito contente por saber que pelo menos leêm o blog :) (e o myspace, a pagina dos Power,...).
A "tour" está a ser espectacular. É muito cansativa, temos espectáulos todos os dias, só andamos a dormir diariamente umas 4 horas, mas o convívio é demais! Não esperavamos ter tanta gente a conhecer-nos por estas bandas! Outro promenor interessante: os Power são os únicos a ter raparigas na banda, por isso, digamos que as Power Girls têm andado muito populares ultimamente...
Continuem a ir ao site ver os resumos diários da banda e os respectivos vídeos.
Para aqueles que ainda não sabem, eu dei uma queda fenomenal numas escadas no Sábado. O pessoal que estava presente ficou assustado e depois completamente surpreendidos por eu me ter levantado 0.3 segundos depois de ter caído. Depois de eu garantir que não tinha nada ficaram mais calmos, mas continuaram preocupados. O resultado desta história é que na segunda-feira a minha fisioterapeuta mandou-me ir fazer uns exames ao hospital. Depois de os médicos terem algumas dúvidas sobre o que eu tinha, acabei por saber que tinha feito outro traumatismo na coluna. Nada de extraordinário mas de vez em quando tenho algumas dores. De vez em quando lá tenho de pôr gelo e, embora seja muito estranho pôr gelo nas costas, já estou muito melhor. Se estivessemos neste momento a fazer concertos de Metal Ghotic ia ser pior porque provelmente ia custar-me mais fazer os headbangers. Mas mesmo tendo algumas dores, nada me vai fazer abandonar os palcos.
Beijocas e um bom início de Agosto para todos!
P.S. - Aproveito para mendar beijos extra ao meu pai e à minha Madrinha que fazem aninhos hoje (os que fazem amanhã não se preocupem porque apesar da distância eu vou dar-vos os parabéns!)

segunda-feira, 23 de julho de 2007

O Tempo...

O tempo e passa e nós por cá continuamos, umas vezes iguais, outras vezes diferentes. Era bom saber por onde eu ando. Depois de ter andado durante tanto tempo sem ter um minuto de descanço, agora quando me aparece uma terefa mínima pela frente, não sei qual é o caminho mais curto para me ver livre dela, por isso pareçe que demoro uma eternidade a ver-me livre dela. Confuso, não? Pois é...

________________


Com muita pena minha, os Power vão deixar o Gothic Metal e voltar ao estilo antigo: o rock. Algumas músicas que tinhamos mais Pop vamos trasformá-las em algo mais Rock nos próximos espectáculos ao vivo. Um desses casos está a acontecer a uma das nossas músicas mais conhecidas: "Love in the Milky Way". Já tocamos a nova versão duas vezes e o público tem reagido bem. A parte do violino está bem diferente e muito mais bonita. Os prócimos concertos que iremos fazer vão contar com algumas músicas do noso novo reportório, como "Canto Alla Vita", "With You" e "Aquarius", mas também alguns clássicos como "Humdrum", "Game Over" e, claro, "Love in the Milky Way". Vou ter que voltar a usar calças porque vou voltar para a bateria. Admito que já tinha saudades...
Voltando ao Gothic Metal: durante algum tempo não vou voltar a usar aqueles vestidos lindos nem fazer uma caracterização que, quando me olhava ao espelho assustava-me, porque pensava que a Sharon tinha vindo ajudar o espectaculo. Estou a brincar (ehehe) Foram mesmo espectáculos para mais tarde recordar. Não é todos os dias que subo a um palco e começo a dançar, a saltar e fazer handbanger que nem uma maluca sem ninguém achar estranho. Mas não se preocupem: nas nossas próximas actuações ao vivo vamos incluir duas músicas dessa gloriosa mini-tour (eh lá!), Jane Doe e Running Up That Hill! Estamos também a pensar fazer um grande espectáculo daqui a uns meses novamente neste género mas incluir músicas sem ser só de Within Temptation. Estamos a pensar incluir Epica, Nightwish, After Forever e outras bandas. queremos divulgar músicas que normalmente os Portugueses pouco conheçem deste tipo de bandas, com excepção possível para Nightiwish. Lembro que a maior parte das músicas que tocávamos dos Within Temptation pertemciam aos albun Enter e The Dance e pouca gente as conhecia. Por agora todos estes planos vão ficar em Stand By porque temos uma tour de verão com que nos temos de procurar.

_____________

Se tiverem nos EUA nos próximos tempos, aconselho a irem ao Project Revolution. Quem não estiver, em vez de chorar pode e deve fazer launch do Project Revolution Media Player. Consultem http://www.projektrevolution.com

Por cá temos o Festival Sudoeste nos dias 2, 3, 4, e 5 de Agosto na Zambujeira do Mar e Keane dia 3 de Agosto de 2007 no Parque da Cidade, Quiemódromo, Porto.